sexta-feira, 13 de julho de 2007

A Composição na Cor - Uma experiência com Walter Firmo


Todas as cores com Walter Firmo

Durante dois finais de semana de maio, o fotógrafo carioca Walter Firmo, 70, realizou em Brasília e Pirenópolis um workshop fotográfico com 20 alunos abordando a composição na cor, com o objetivo de ensinar como abordar o retratado, cuidados com a luz e como as cores podem ser um elemento de composição na fotografia.

O resultado desse workshop pode ser visto na exposição fotográfica coletiva "A composição da cor – uma experiência com Walter Firmo", que abre no próximo dia 17 de julho, às 19h00, no Espaço Cultural Renato Russo. A mostra apresenta imagens de 14 fotógrafos de Brasília, que participaram do workshop, e do próprio Firmo. As fotos exploram as cores de Brasília e, principalmente, de Pirenópolis durante as Cavalhadas, secular festa da cidade histórica goiana.

Firmo tem 50 anos de fotografia completados em 2007. Por muitos anos, atuou como repórter fotográfico em importantes jornais e revistas brasileiras. Considerado um mestre da cor na fotografia, foi coordenador do Instituto Nacional de Fotografia da Funarte e tem em seu currículo vários prêmios, como o Esso de reportagem em 1964 e nove prêmios internacionais de fotografia da Nikon (Tóquio).

A exposição pode ser visitada até o dia 12 de agosto e o Espaço Cultural Renato Russo fica na 508 Sul. (texto de Jorge Diehl)

Fotógrafos: Armando Salmito - Arthur Monteiro - Carlos Peixoto - Eduardo Peixoto - Eliana Ono - Gabriel Marques - Helio Rocha - Henry Macário - Isabela Lyrio - Ivone Lopes - Jorge Diehl - Patrícia Lira - Ricardo Reis - Vladimir Moreira - Walter Firmo

5 comentários:

Isabela Lyrio disse...

Firmeza manooooooooooooooo!

Rafael disse...

Tô nessa!
Walter Firmo é uma referência.

Helena disse...

Parabéns Armandinho, estarei lá.

Luana Camará disse...

referencias ? para que algm precisaria de referencias ? é deixar de ser senhor para se tornsr servo. Meu olhar é mais vibratil que uma puta.

Armando disse...

Primeiro aprende-se, depois nega-se. Não se trata de ser senhor ou servo, trata-se de alimentar-se do fazer do outro.